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Tamar contribui com formação de especialistas em conservação de tartarugas marinhas

31/03/2019 - Programa de estágio do Tamar capacita e aperfeiçoa conhecimentos em conservação de tartarugas marinhas. Leia mais. ↓

Tamar contribui com formação de especialistas em conservação de tartarugas marinhas

Estagiários 1987

A cada temporada de reprodução das tartarugas marinhas no Brasil, mais de 300 estagiários e recém-formados de universidades brasileiras e estrangeiras são capacitados e aperfeiçoam seus conhecimentos no Projeto Tamar. Vindos de diversas áreas como biologia, engenharia de pesca, veterinária, oceanografia, dentre outras, os estagiários e recém-formados atuam nas bases de pesquisa e conservação e nos Centros de Visitantes.

Desde que o programa de estágio foi implantado, há mais de 30 anos, o TAMAR recebeu mais de 1.800 estudantes. O biólogo Frederico Tognin, que foi estagiário em 1999 e hoje é coordenador técnico e do programa de estágio Bahia, conta que os estagiários recebem capacitação específica, de acordo com as atividades da base onde irão atuar, o que pode incluir: trabalho de campo junto aos pescadores, monitoramento das praias nas áreas de desova, monitoramento de atividade pesqueira, atendimento ao público dos Centros de Visitantes, palestras, oficinas e outras atividades de educação ambiental com as comunidades, turistas, além de reabilitação de tartarugas marinhas e manejo dos animais.

Experiência para a vida toda
O período de estágio varia de 1 a 6 meses, dependendo da base e das atividades a serem desenvolvidas. A carga horária é adequada às necessidades do trabalho e ao comportamento das tartarugas. Isto requer dos estagiários e recém-formados flexibilidade para atuar em qualquer hora do dia ou da noite. A rotina inclui realizar tarefas muito cedo ou muito tarde, também em finais de semana e feriados, até mesmo em festas tradicionais como Natal e Ano Novo.

No Nordeste, Sudeste ou no Sul do Brasil, os estagiários têm oportunidade de estar pertinho e participar do trabalho de campo em pesquisas nacionais e internacionais de importância crucial para a sobrevivência das tartarugas marinhas. Como se instala um transmissor para telemetria, como tirar sangue de uma tartaruga marinha, como se faz a contagem de tartarugas, de ovos, de filhotes, como é uma captura científica, como se colocam marcas, como se tiram as medidas do casco, como é uma necropsia, como é uma visita técnica a uma embarcação de pesca, o contato diário com os pescadores e as famílias que estão junto com o Tamar na conservação das tartarugas marinhas, atividades de sensibilização e educação ambiental com crianças e adultos. Tudo isso e muito mais um estagiário vive no TAMAR.

 

“Começar a vida profissional acompanhando um trabalho como esse faz qualquer um refletir e observar o mundo de forma diferente, mais conectada com tudo. É um tesouro para todos os que já participaram do Tamar e outros tantos que estão aqui até hoje. Eu já estou há 20 anos e aprendo todos os dias! É uma experiência como poucas na vida ter contato direto com 4 décadas de produção de conhecimento científico sobre as tartarugas marinhas, de valorização das tradições locais e de amor por esses seres tão especiais. Eu me sinto grato a todo momento”, diz Tognin.

No Ceará, o coordenador regional do TAMAR, Eduardo Lima foi estagiário em 1989 e até hoje continua a proteger as tartarugas marinhas. Seu trabalho contínuo com os moradores de Almofala, Acaraú, Volta do Rio, já descobriu por exemplo que as 5 espécies de tartarugas marinhas que existem no Brasil se alimentam no Ceará. Sua filha Mariana Lima estagiou no TAMAR em 2018, o que para ele foi um enorme orgulho, ver a filha seguindo na luta pela conservação marinha. Leia matéria na Revista Capricho]

César Coelho, estágiário em 1987
"Planejei uma viagem de motocicleta no início de 1987, sendo a Praia do Forte meu primeiro destino, lá conheci Guy e Neca, o trabalho do TAMAR e me candidatei a iniciar como estagiário na temporada 87/88". Leia mais.

Eron Paes e Lima, estagiário em 1987
"Ter sido estagiário no TAMAR foi muito importante, pois pude fazer uma coisa que sempre quis, que era de trabalhar com a conservação da natureza". Leia mais.

Paulo Lara, estagiário em 1989
"Resumidamente meu estágio foi transformador". Leia mais.

Caio Ribeiro, estagiário hoje no Tamar-SP
"Um breve resumo do que eu vivi até agora aqui no Tamar Ubatuba". Ouça aqui o depoimento do Caio.

Luan, estagiário hoje no Tamar-ES
"Ter participado do volutariado no Projeto Tamar na base da Ilha da Trindade foi a melhor experiência da minha vida". Leia mais.

Veja o álbum "Coração de estagiário" com alguns dos antigos estagiários do Tamar.

 

Tartaruga de pente ou legítima

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